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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Quem Conta um Conto...#9 Proibido Parte V

Eu iniciei o conto, a FatiaMor e o Fatiasmen  continuaram-no, depois o Varufakis entrou ao barulho e isto tomou proporções nunca antes vistas e até um blog fora do sapo pariticipou - Aqui ninguém no ouve. Agora, podem ler aqui a continuação.

 

E já sabem...

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Conteúdo com bolinha vermelha. És menor, virgem ou apenas sensível... é melhor ires fazer qualquer outra coisa de útil para a tua vida.

 

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Entretanto, Vasco acorda, e repara que adormeceu no banho turco, e que tudo aquilo não passou de um sonho. Sem saber quanto tempo tinha realmente passado, apressa-se a sair dali para tomar um banho fresco, estava extasiado e ainda por cima descobrira que tinha ejaculado realmente... "Ainda bem que estou aqui sozinho" relaxou. Sim, Vasco precisava de se recompor, que tinha uma reunião importante nesse dia e já tinha pouco tempo para a organizar.

 

Na viagem até à empresa, Vasco recorda novamente o sonho, e de como a voz da rapariga que nunca vira antes, lhe era familiar. Até que ouviu novamente, e sem conseguir controlar, Ana a sussurrar-lhe ao ouvido "Sou a tua puta... Fode-me!". Sofia, a massagista não era, Sofia, era Ana. Fisicamente diferente, mas era Ana, era efectivamente a voz da Ana que lhe perguntava se ele se sentia bem. Este sonho surgia do seu desejo de ter Ana só para si, mas uma Ana diferente, uma Ana calorosa, uma Ana que se preocupasse com Vasco e que todo aquele fogo sexual que os aproximava não resultasse apenas de um acto de egoísmo pelo seu próprio desejo, mas no desejo de satisfação mútua. Vasco sentia-se usado, e não gostava dessa sensação, ainda que tivesse feito o mesmo vezes sem conta a tantas raparigas que desejavam mais do que uma foda bem dada.

 

***

 

Vasco prepara a reunião com o seu colega Paulo e está relativamente tranquilo, já esquecera o assunto e voltara ao seu estado seguro, de garanhão galanteador, de discurso confiante capaz de conseguir contractos com os clientes mais difíceis. Vasco está em pé no topo da mesa à espera, até que entram os potenciais clientes, para os quais tinha preparado a apresentação. Vasco inicia a apresentação da proposta, e 10 minutos decorridos batem à porta:

 

- Peço desculpa pelo atraso, o trânsito está horrível! - Levantando-se de imediato um dos clientes.

- Querida, és sempre a mesma coisa. Apresento-vos a Ana, é a minha mulher e também minha sócia. - Vasco gelou, mas não deixou transparecer que já se conheciam.

 

Vasco desconhecia a empresa para a qual ela trabalhava, desconhecia que ela era casada com o cliente que era tão importante conseguir para que a empresa superasse o período de crise pelo qual passava, e temeu o pior. Vasco sorri, e continua com a apresentação, ainda que mais desconcentrado que anteriormente. A mulher que tanto desejava estava ali, ao lado do seu marido, provocante de saia acima do joelho, sentada à sua frente, fora da linha da mesa, provocando-o num entre cruzar constante de pernas, que outrora lambeu e percorreu como se o mundo fosse acabar no dia seguinte. Vasco tenta, sem sucesso concentrar-se. E decide pedir a Paulo que continue a apresentação, saindo da sala.

 

Ana, com a desculpa de que precisava de um pouco de água, abandona também a sala e decide disfarçadamente seguir Vasco, que se dirigia para a casa de banho do seu escritório. Vasco tenta, mas não consegue controlar o seu desejo. De pé, encostado à parede da casa de banho, começa a tocar o seu sexo e imaginando que Ana estava ali consigo a satisfazê-lo, começa a masturbar-se. Até que Ana entra de mansinho e lhe começa a chupar o sexo. Vasco, atónito recusa.

 

- Este negócio é mesmo importante para esta empresa, e o teu marido está ali ao lado... eu não posso... eu não ... - protesta Vasco, que é imediatamente calado com um beijo provocador de Ana.

- Trata mas é de fazer a mulher do teu futuro cliente feliz, que do resto trato eu... - diz, enquanto agarra o sexo de Vasco com vigor.

 

Vasco não se sentia ameaçado, aliás era a desculpa perfeita para possuir aquela mulher que o enlouquecia uma vez mais. Sem que ela contasse, pega nela, senta-a em cima do lavatório e lambe-lhe o sexo que palpitava descontrolado. Ana continha-se para não gemer, não queria atrair a atenção de ninguém, mas o medo de ser apanhada deixava-a ainda mais excitada. E o primeiro orgasmo surgiu assim mesmo, com a língua de Vasco a endoidecê-la! Vasco percebe que tinha deixado Ana com desejo, veste-se e quando ia a sair porta fora, Ana diz-lhe enfurecida:

 

- Onde pensas que vais?

- Não era apenas isto que querias? Não se resume tudo a isto, na realidade? Ao TEU prazer? Está dado! Agora, deixa-me em paz. - Diz-lhe arrogante..

- Que dizes? - Diz enquanto se veste, desiludida.

- Não gosto de ser usado...

- Eu não te estou a usar, usamo-nos mutuamente. Eu desejo-te mais, do que desejo o meu prazer... tu e ele não podem ser desassociados. Eu também gosto de te satisfazer... Mas estás a dizer-me que eu não te satisfaço, é isso? - Mas Vasco ignora e continua a vestir-se.

 

Ana não aceita, aliás, nunca fora habituada a ser contrariada, e puxa-o para si, arranca-lhe os botões da camisa, beijando-o como nunca o beijara anteriormente. Entretanto, e para não serem surpreendidos, tranca a porta do escritório de Vasco, e despe a sua camisa lentamente, fitando-o com o olhar, sorrindo com alguma maldade. Vasco não tinha como escapar àquela mulher. Agarra-a desesperadamente, rasga-lhe as meias que entretanto voltara a vestir, e possui-a ali mesmo em cima da sua secretária, sentindo o corpo de Ana a vibrar, de prazer, descontroladamente. Vasco não aguentava mais, agarrando-lhe os seios com fervor, e possuindo-a profundamente, até com alguma violência, faz-lhe um pedido. E Ana, sem reservas ajoelha-se e chupa-lhe o sexo até ao orgasmo de Vasco. Ana adorava aquela sensação de sentir o sexo de Vasco latejar na sua boca.

 

É melhor ires embora, a reunião deve estar a terminar, e o teu marido deve estar a estranhar a tua ausência... -  Diz Vasco com frieza para camuflar o interesse que sente por aquela mulher misteriosa. - Ainda bem que tenho sempre por aqui uma camisa para alguma eventualidade, ainda queria ver como explicarias isto... quando te vissem a sair do meu gabinete - continua arrogante.

 

Mas Ana, que outrora se teria rido na sua cara, e feito um olhar de quem pouco se importava, estava diferente, enquanto se vestia, Vasco sentiu que ela estava com alguma tristeza no olhar, mas pensou que fosse por a situação se estar a tornar perigosa, e que ela estivesse com medo. Afinal a situação estava a ficar perigosa, mas a questão era outra:

 

- Que tens?

- Se eu pedisse o divórcio, ficavas comigo?

 

Então FatiaMor e Fatiasmen? Como é, sentem-se capazes? Conto convosco para darem continuidade a esta aventura sexual doida!

 

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