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Desabafos da Mula

Desabafos do quotidiano, por vezes irritados, por vezes enfadonhos, mas sempre desabafos.

Desabafos da Mula

Coisas que acontecem por cá...#13

Começo a perceber que este mundo novo, em que neste momento me insiro, será riquíssimo aqui para o curral. Que nunca me faltem motivos para escrever, não é verdade?

 

Atentem só.

 

Liga uma mãe - ai mães, benditas e santas mães, não sei se algum dia terei eu paciência de mãe, a verdadeira paciência de mãe - aqui para a empresa. Explicou que a filha estava terminar a licenciatura e que estava à procura de um local para estagiar e que pretendia saber se aceitávamos estagiários. A mãe! Não a filha! Já vos disse que foi a mãe que ligou e não a filha? Ah pois já, desculpem.

 

Pois...

 

Bem... Se uma quase recém licenciada precisa da mãe para ligar para as empresas para fazer busca de estágio ou de trabalho ou o que seja... Não queria ser má ou injusta mas a vida será dura para a moça é que a vida é uma selva e quem não se despacha... Fica para trás!

5 comentários

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    Mula 11.03.2021

    Às vezes penso como fui burra em ter querido tão cedo a independência... Aos 20 já tinha a minha casa - ainda que aos 30 tenha regressado ao ninho... - e apesar de reconhecer que foi cedo a verdade é que não tive grande amparo, cresci e foi se quis.
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    Bea 12.03.2021

    Diz que não teve grande amparo? Pois se voltou ao ninho...pode crer que teve. Haver um lugar onde podemos tornar, mesmo que já não o sintamos tão nosso, é sorte e também o tal amparo que afirma não ter tido. E conquistar independência aos vinte é maravilha, julgo eu. Também terá sido por essa idade que me tornei - mais - independente. Se fora antes, melhor seria. Crescer é processo natural e, em geral, não faz mal a ninguém:)
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    Mula 12.03.2021

    Foi uma má escolha de palavras, no fundo. Sim, claro que tive e tenho um grande amparo materno, aliás que seria de mim sem a minha mãe. Refería-me ao facto de ter saído muito cedo de casa, sem estar verdadeiramente preparada - por burrice... - e de ter sempre querido de tal forma a minha independencia que acabei por querer fazer sempre tudo sozinha, sem pedir ajuda. Julguei-me sempre demasiado forte - e acabei por me tornar - e sempre recusei ajuda. Ou seja, voei do ninho sem estar preparada para voar e sem apoio da mãe galinha. Caí, tropecei às minhas custas por minha própria vontade. Cresci... E se sou como sou, o devo aos factos. Hoje em dia os "miudos" apoiam-se mais nos mais, largam as saias muito tarde e aí concordo, demasiado tarde.
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    Bea 12.03.2021

    :))). Mas a sua geração era outra. E aprender às nossas custas, como diz uma amiga, "a bater com a cabeça nas paredes" sai-nos do pêlo mas dá mais pica e cria calo. É como diz, crescemos.
    Bom fim de semana.
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